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Bem-querer dos Adondes

2017-12-22 O dia em que nascemos novamente!

Natal ou Dia de Natal é um feriado e festival religioso cristão comemorado anualmente em 25 de dezembro. Nos países eslavos e ortodoxos, cujos calendários eram baseados no calendário juliano, o Natal é comemorado no dia 7 de janeiro.

A data é o centro das festas de fim de ano e da temporada de férias, sendo, no cristianismo, o marco inicial do Ciclo do Natal, que dura doze dias.  A palavra natal, do português, já foi nātālis no latim, derivada do verbo nāscor (nāsceris, nāscī, nātus sum), que tem sentido de nascer. De nātālis do latim, evoluíram também natale do italiano, noël do francês, nadal do catalão, e natal do castelhano, sendo que esta foi progressivamente substituída por navidad, como nome do dia religioso.

Originalmente destinada a celebrar o nascimento anual do Deus Sol no solstício de inverno (natalis invicti Solis), a festividade foi ressignificada pela Igreja Católica, no século III, para estimular a conversão dos povos pagãos sob o domínio do Império Romano, e então passou a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré.

Uma série de figuras de origem cristã e mítica tem sido associada ao Natal e às doações sazonais de presentes. Entre estas estão o Papai Noel (Pai Natal em Portugal), também conhecido como Santa Claus (na anglofonia), Père Noël e o Weihnachtsmann; São Nicolau ou Sinterklaas.

Embora, tradicionalmente, seja um dia santificado cristão, o Natal é amplamente comemorado por muitos não cristãos, sendo que alguns de seus costumes populares e temas comemorativos têm origens pré-cristãs ou seculares. Costumes populares modernos, típicos do feriado, incluem a troca de presentes e cartões, a ceia de Natal, músicas natalinas, festas de igreja, uma refeição especial e a exibição de decorações diferentes, incluindo as árvores de Natal, pisca-piscas e guirlandas, visco, presépios e ilex.

Além disso, o Papai Noel (conhecido como Pai Natal em Portugal) é uma figura mitológica popular em muitos países, associada com os presentes para as crianças. Atualmente, o Natal é feriado em quase todos os países do mundo. Independente da religião, todas as pessoas celebram essa festividade à sua maneira. No entanto, a imagem popular moderna do Papai Noel foi criada nos Estados Unidos, em particular, em Nova York. A transformação foi realizada com o auxílio de colaboradores notáveis, incluindo Washington Irving e o cartunista germano-americano Thomas Nast (1840-1902).

Após a Guerra Revolucionária Americana, alguns dos habitantes da cidade de Nova York procuraram símbolos do passado não inglês da cidade. Nova York tinha sido originalmente estabelecida como a cidade colonial holandesa de Nova Amsterdã e a tradição holandesa do Sinterklaas foi reinventada como São Nicolau. As canções natalinas são símbolos do Natal e as letras retratam as tradições das comemorações, o nascimento de Jesus, a paz, a fraternidade, o amor, os valores cristãos.

Os Estados Unidos tem antiga tradição de celebrar o Natal com músicas típicas. As canções natalinas tradicionais, no Brasil, estão sendo paulatinamente esquecidas, com algumas exceções como “Noite Feliz”, devido à falta de interesse popular.

Mas voltamos ao foco do nascimento, esse ato onde o indivíduo toma parte de si mesmo, ainda que em seus primeiros momentos não tenha noção e ciência disto. Quando nascemos, todo um universo novo nos é apresentado e temos que reagir frente a esse mundo novo que se apresenta. Não temos absoluta experiência de nada que está por nos desafiar, apenas temos a certeza de seguir adiante.

Todo ano temos essa oportunidade de nascermos de novo, ou seja, darmos uma chance a nós mesmos, nos mais variados campos de nossa esfera - profissional, emocional, psicológica, etc. Na verdade, podemos nascer a cada dia novamente, pois, aparentemente, embora as circunstâncias sejam as mesmas, a tomada de atitude nos pertence e a nós cabe elegermos nossas prioridades.

Nessa época de Natal nos tornamos mais sensíveis, somos tocados mais profundamente pelas dores alheias, e é importante ficarmos atento, pois o Cristo há de bater a nossa porta, nos reclamando atenção e auxílio... E será das mais variadas formas... Um minuto de atenção para um vizinho, um pedinte que solicita ajuda material, uma palavra errada proferida para nós, um minuto de silêncio que deveremos fazer, entre outras tantas coisas, que a caridade em seu mais amplo espectro nos convida a fazer, em nome de nossa própria melhoria íntima.

Muito provavelmente, entre inúmeras luzes intermitentes enfeitando as fachadas das casas, ou entre as lautas ceias decorando as mesas, no afã da correria da compra e troca de presentes, muito provavelmente, a mensagem do cristo ficará ocultada em nossas prioridades e intenções, mas o seu amor, que a tudo atinge e irradia, conhecendo bem as nossas imperfeições, sanará esses intervalos, e que certo de sua compreensão possamos entender que o Natal é mais que uma festa histórica e mera troca de presentes, e sim um novo nascimento desse homem que habita em todos nós... Um despertar de consciência mais solidário com nosso semelhante, com a natureza que nos rodeia e conosco, acima de tudo!

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Alan Otto Redu























































































































































































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