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2018-04-27 BR 116: desenvolvimento regional e força política

Semana passada, lideranças da região reuniram-se em Camaquã. Em pauta, a duplicação da BR-116, esta novela que se arrasta há longo tempo e não tem prazo para terminar. A mobilização de representantes empresariais, da política e da população já comprovou o que todos sabem: a duplicação melhora o desempenho econômico, aumenta a segurança e prospecta novos investimentos. Ainda nos meios universitários, acompanhei a discussão: aqueles que hoje gastam sua energia trabalham em prol de uma obra que deveria vir ao natural se vivêssemos em um estado que se preocupa com seu cidadão, tem planos para o desenvolvimento regional e não centraliza investimentos. Da forma como está, qualquer mobilização se torna uma romaria de pedintes tentando obter o óbvio: a concretização de um direito. É uma justa causa capaz de congregar diversos interesses. Os meios de comunicação destacaram a questão da segurança e a quantidade de vidas poupadas se já tivéssemos as obras realizadas. Nem isto sensibiliza o poder público. Quem viaja entre Pelotas e Porto Alegre, seguidamente acompanha acidentes plenamente evitáveis.  Já sonhando com a sua concretização, é tempo de avançar. Os polos econômicos não são mais locais - em nível de municípios - mas regionais. Portanto, o eixo Rio Grande/Pelotas precisa aprender a direcionar as próximas reivindicações. Uma delas: a ampliação das atividades do super porto e a montagem de plataformas de petróleo. Os benefícios seriam tanto para os dois municípios maiores, quanto para os demais. Gradativamente, aumentar o uso da Lagoa dos Patos para trânsito de cargas. São coisas paralelas que não anulam a atividade dos caminhoneiros, bem como não tirar do horizonte a questão ferroviária. A experiência de anos anteriores mostrou que em tempos de pleno uso das atividades portuárias em Rio Grande, apostar apenas no transporte por rodovias se mostrou desgastado e ultrapassado. A preocupação com o aqui e agora não pode perder de vista a perspectiva do desenvolvimento regional. Hoje é pedir, pedir de novo e pedir outra vez. As regiões que se desenvolveram já o fazem e colocaram suas cabeças pensantes em uma mesma linha de ação. Esqueceram diferenças por saber que gerar emprego, renda, segurança pessoal e familiar passa pela capacidade de concretizar potencialidades. Pode parecer o óbvio, mas aprenderam que são muito estando juntos e nada se estiverem separados - porque é assim que se perde força e representatividade política!

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Manoel Jesus

Educador



manoeljss@hotmail.com

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