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2018-12-07 Um dezembro até o Natal...

Quando se aproximam as festas de fim de ano, acirram-se duas vertentes: daqueles que se enchem de expectativas positivas vendo no Natal e Ano Novo um tempo diferente, capaz de atender a muitos de seus anseios. Também, daqueles que já não encontram sentido nos festejos e gostariam de vê-los passar da forma rápida e silenciosa.

Não há como atender a nenhum dos lados. Tanto em nível pessoal quanto do ambiente criado pela mídia. Somos instados a ver uma abundância de prazeres, especialmente ao consumirmos, e uma alegria postiça alimentada pela sensação de perfeição (ou quase) de pessoas que bebem, comem, divertem-se numa festa que parece não acabar...

Paralelamente aos incontáveis anúncios para o consumo, há também a preocupação por parte de publicações em mostrar que é uma época propícia para a depressão, frustração por expectativas não cumpridas e o desapontamento por parte de familiares e amigos que julgam cumprir com sua boa ação ao fazer visita a um idoso ou doente (por exemplo), neste tempo, compensando toda a sua ausência do resto do ano!

Mesmo na infância, o “espírito de Natal” apregoado nos comerciais destoa de tal forma da realidade que, ao receberem seus presentes, há uma diferença tão grande que frustra o esperado. Além do fato de que a repetição de momentos em que a criança “deve” receber presentes causa outro problema: o acúmulo de coisas desnecessárias e, muitas vezes, a volta aos brinquedos velhos com os quais tem mais identificação.

Não há como fugir àquilo que está nos meios de comunicação e nas ruas. Embora também se saiba que desta orgia consumista o que vai sobrar são contas nos cartões de crédito e nos carnês. Ano novo com novas e salutares intenções... que, na maior parte das vezes, evaporam-se antes da Festa dos Santos Reis (6 de janeiro).

Os cristãos vão dizer que a solução está em viver este tempo pensando na mensagem daquele que tem a lembrança de seu nascimento em 25 de dezembro: Jesus, o homem de Nazaré. Hoje, grande parte da população utiliza este período apenas para comemorar o Papai Noel. Entre o velhinho de saco cheio de presentes e o pensador que pedia amor e paz à humanidade, os homens escolhem o primeiro...

Infelizmente, somente com o tempo é que se aprende de fato a respeitar a individualidade. Enquanto alguns azaram com foguetes e buzinas, outros acendem uma vela e quedam-se em oração... lembram do que alguém já disse: “a melhor mensagem de Natal é aquela que sai em silêncio de nossas almas e aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham em nossa caminhada pela vida...”  

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Manoel Jesus

Educador



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