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2017-05-29 “Nós amamos porque Deus nos amou primeiro” (1 João 4.19)

É um enorme desafio conviver com pessoas de difícil relacionamento. Ainda mais quando sabemos que a Palavra de Deus nos conclama a amar as pessoas que nos cercam, sejam quais forem. Gostaríamos que as pessoas com as quais convivemos fossem sempre pessoas agradáveis de se lidar, de bom relacionamento. Amar pessoas complicadas? Quando o amor ao outro não tem nenhuma compensação, entendemos que é tempo perdido, que não vale à pena.

O tema “amor” é universal. Encontramos na literatura, nas artes, novelas, filmes, desejamos o amor no dia a dia de nossa vida, em nossos relacionamentos mais íntimos. Mas Deus nos diz em sua Palavra que o amor não pode ser seletivo, ou seja, amarmos somente as pessoas que nos fazem bem. Perguntamo-nos, como é possível amar quem nos persegue, ou aquele que inferniza a nossa vida? Na verdade, não conseguimos. Esse tipo de amor não está em nós.  É, portanto, necessário nos voltarmos para aquele que não só tem amor para dar, como é o próprio amor. Deus é amor, diz o apóstolo João em sua primeira carta. E ele define o amor: “E o amor é isto: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi ele que nos amou e mandou o seu Filho para que, por meio dele, os nossos pecados fossem perdoados” (1 João 4.10). Um amor imerecido, pois também somos lembrados nas Escrituras que Deus nos amou quando ainda éramos pecadores, inimigos seus (Rm 5.8,10). 

Na medida em que olhamos para esse amor, que é Deus, somos transformados a ponto de olhar para as pessoas que também não merecem, que nos magoaram, feriram, e dizer: “eu também não merecia e Deus me buscou, amou, perdoou. Assim, eu também encontro forças para te buscar, amar e perdoar, mesmo que você não mereça”. Esse tipo de amor é um milagre em nossa vida, pois só é possível se estivermos ligados à fonte do amor, Cristo Jesus, nosso Deus e salvador. (João 15.5, 1 João 5.20).

Pr. Renato Hoerlle

renato.hoerlle@gmail.com 

www.horaluterana.org.br

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