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20-03-2019

Pelotas: MP arquivará casos de Cláudia e Mirella por falta de provas novas


Foto: Vitória Leitzke/JTR Coletiva de imprensa aconteceu na última terça-feira (19)

Em coletiva de imprensa realizada na última terça-feira (19), o promotor de Justiça da Promotoria de Justiça Criminal de Pelotas, José Olavo Bueno dos Passos, divulgou o arquivamento dos casos Cláudia e Mirella. Segundo ele, estes casos não têm mais provas, impossibilitando andamento nas investigações. O arquivamento permite que sejam reabertos caso hajam novas pistas. Esta decisão se trata de uma formalidade judiciária, pois um inquérito não pode ficar muito tempo aberto sem novidades.


Durante entrevista, Passos também falou sobre o caso recente do menino Bernardo Araújo, de um ano e dois meses, que foi morto por traumatismo craniano, além de ter sofrido violência sexual. Os suspeitos são o padrasto e a mãe da criança.



Caso Cláudia


Desaparecida desde 2015, para a Promotoria, o caso é, claramente, de homicídio, o qual duas pessoas - denunciadas na época - praticaram o crime com antecedentes e com motivação. Após a abertura do caso, um dos denunciados foi condenado por agressão a docente, que já havia prestado queixas contra a pessoa. Ambas denúncias foram rejeitadas pelo juiz Paulo Ivan Medeiros, que alega não ter nem autoria e nem materialidade. A decisão foi recorrida no Tribunal de Justiça do Estado, que manteve a rejeição. 


“Ela não tinha motivos para abandonar profissão, carro e desaparecer. Ela cuidava da mãe, do filho, era o baloarte da família. Ela vai desaparecer dessa maneira? Não tem motivo para desaparecer”, ressalta Passos. 


“Neste momento não há o que fazer e não podemos ficar com o caso aberto infinitamente. Então, a Promotoria entendeu de pedir o arquivamento do inquérito. O pedido já foi encaminhado ao dr. Régis Vanzin. Surgindo uma prova nova, se reabre o inquérito e a polícia irá investigar novamente”, explica. 


Caso Mirella


Segundo o promotor, escuta de pessoas, buscas, quebra de sigilo telefônico, quebra de sigilo cadastral, tomada de depoimentos em Porto Alegre, monitoramento de pessoas foram realizadas, entendendo que a polícia fez tudo que estavam em seu alcance. “A gente entende a dor da família, ficar em aberto é ainda mais doloroso, mas hoje não temos nenhuma pista e seguimos todas que podíamos seguir”, declara. 


Sobre a suspeita de afogamento em canal próximo a Faculdade de Medicina (Leiga) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), ele conta que foi realizado limpeza e busca na área, porém nenhum corpo foi encontrado. “O corpo dessa pessoa pode estar dentro da água ou pode ter sido desaguado no mar. Não podemos afirmar o que aconteceu. Ela está desaparecida”, diz.


O caso completa um ano em julho.


Menino Bernardo


Dentre os casos, o mais recente, Bernardo foi levado para o Pronto Socorro de Pelotas (PSP) no último dia 1º com traumatismo craniano, não resistindo aos ferimentos. O padrasto foi preso em flagrante, mas alegou que o bebê tinha se engasgado e caído. O Ministério Público (MP) denunciou tanto o homem quanto a mãe de Bernardo, que sabia das agressões e, conforme o promotor, foi conivente com a situação.


Os dois são acusados por homicídio duplamente qualificado, triplamente por motivo fútil, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima e também, por estupro de vulnerável.


 

Fonte: Tradição Regional



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