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27-11-2017

Família piratiniense luta para salvar a filha internada em Canoas

Foto: Divulgação Campanha está sendo realizada para ajudar Maria

Uma família piratiniense, que hoje dorme e acorda em um hospital de Canoas (RS), buscou às redes sociais para pedir ajuda para manter a filha viva. Maria tem apenas cinco meses e, desde quando estava na barriga da mãe, Jaqueline Alves Nascimento, passou correr e a oferecer riscos para a sua genitora, ou seja, foi uma gravidez de alto risco.


Ela nasceu com 37 semanas, pesando apenas um 1 quilo e 675 gramas, o que fez os médicos a deixarem um mês na semi-intensiva, fator que elevou seu peso para 2 quilos e 800 gramas. Isso fez com que a mãe e também o pai, Luís Paulo Mouller Duarte, o popular Paulinho Murrão, achassem que a fase crítica havia ficado no passado. Não havia. Maria foi diagnosticada com paralisia no diafragma, o que foi detectado ainda no hospital de Piratini, quando a menina teve bronquite e pneumonia, o que necessitou das funções dos pulmões, que não responderam à altura.



Imediatamente foram encaminhados para uma unidade em Pelotas e, a seguir, para Canoas. “Estamos aqui desde 7 de setembro. Ela já passou por uma cirurgia no diafragma que não deu o resultado esperado. Nossa Maria ficou entubada por dois meses e meio. Agora os médicos optaram por uma traqueostomia (intervenção cirúrgica que consiste na abertura de um orifício na traqueia e na colocação de uma cânula para a passagem de ar”, relata a mãe.


Foram feitos também exames específicos de investigação genética, já que ela apresenta fraqueza muscular e rigidez nos pés  e mãos, o que os médicos chamam de Doença de Base.


Com tantos problemas, longe de casa e dos amigos, com a unidade hospitalar enfrentando atraso nos salários dos funcionários e também a falta de medicamentos e materiais médicos, a família vive dias difíceis e incertos.


“Estamos em uma situação bem precária. Tivemos que alugar uma kitnet mobiliada que pertence a um estudante. Pagamos outro aluguel em Piratini, além de água, luz, fraldas, gás, sondas de aspiração e alimentação”, relata Jaqueline.


O pai ganha salário mínimo e, deste, sobra um pouco mais de R$ 300, pois durante a gravidez da filha, ele contraiu alguns empréstimos que agora são descontados.


Jaqueline diz que são poucos que querem e ajudam de verdade, assim, além de pedir veementemente que a população de Piratini e de outros municípios mudem este pensamento, lançou a campanha: Bebê Maria Florência. Nesta, a mãe pede que depositem qualquer valor na conta poupança do Banco do Brasil, número: 14.614-5, agência 09660, em nome de Jaqueline Alves Nascimento.


“A quem nos ajudar, desde já, os meus mais sinceros agradecimentos”, conclui.


Redator: Tradição Regional



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