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09-02-2018

Mesmo sem confirmação de casos, Capão do Leão atua no combate à febre amarela

Foto: Divulgação Vacina está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde do município

Os dois possíveis casos de febre amarela divulgados recentemente pela Secretaria Estadual de Saúde (SES/RS) ainda não foram confirmados pelas autoridades sanitárias do Estado. Um caso foi registrado na cidade de Dois irmãos e outro na cidade de Portão.


Entretanto, a orientação da Secretaria é de que as pessoas devem se vacinar em virtude da circulação da febre amarela em estados como São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia. Até o momento, mais de 70% da população gaúcha já recebeu a imunização contra o vírus através da vacina. Foram distribuídas mais de 106 mil doses, o que representa um acréscimo de mais de 20% em relação ao ano passado. Desde 2009 o Rio Grande do Sul não registra confirmações da doença.



A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por mosquitos infectados. Em área rural ou de floresta, os macacos são os principais hospedeiros e a transmissão ocorre pela picada dos mosquitos transmissores infectados do gênero Haemagogus e Sabethes. Não há transmissão direta de pessoa a pessoa. Os sintomas da febre amarela incluem o início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza.


No município de Capão do Leão não há registro de pessoas com a doença, mas a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) mantém sua equipe técnica em alerta e divulgou, através de memorando circular, instrução normativa sobre a vacinação contra a febre amarela. Consta no documento que a vacina está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município. Embora exista certa dificuldade de disponibilizar as quantias solicitadas, a Vigilância em Saúde está mantendo contato direto com o setor de imunobiológicos para que não faltem vacinas na cidade.


De acordo com o enfermeiro da Vigilância em Saúde, Maurício Polnow da Luz, não é preciso ter pressa em realizar a vacinação. Os lotes de vacinas autorizados pelo Estado são liberados em seguida à população, conforme a solicitação de doses nos postos de saúde. É importante que bebês a partir dos nove meses e pessoas até 60 anos tomem a vacina, pelo menos uma vez, para serem considerados imunes à doença. “Todas as unidades de saúde de Capão do Leão estão organizando um pré-cadastro para que em determinado dia da semana chamem as pessoas cadastradas e apliquem a vacina. O cidadão que for tomar a vacina deve ter em mãos documento de identidade, cartão do Sistema Único de Saúde [SUS] e carteira de vacinação”, explicou.


Contraindicação


De acordo com o Setor de Vigilância em Saúde da SMS, a vacina não é indicada para gestantes e mulheres que estejam amamentando crianças menores de seis meses. Em situações especiais - emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem aérea de risco -, o médico deverá avaliar o risco e o benefício da vacinação.


Para as mulheres que estejam amamentando e tenham recebido inadvertidamente a vacina, o aleitamento materno deve ser suspenso por dez dias. Também não devem ser vacinadas pessoas em situação de surto, epizootia ou confirmação da circulação viral em vetores silvestres, além de crianças abaixo dos nove meses de idade.


Pessoas com imunodepressão deverão ser avaliadas e vacinadas segundo orientação do manual do Centro de Reforma para Imunobiológicos. Outras informações podem ser obtidas com enfermeiros nos postos de saúde de cada cidade. 


Redator: Tradição Regional



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