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26-10-2018

Começa a dragagem do porto de Rio Grande


Foto: Luciara Schneid/JTR Assinatura ocorreu na manhã da última quinta-feira (25)

*Com informações da Assessoria de Imprensa


Começou nesta segunda-feira (29) a dragagem do canal de acesso ao Porto do Rio Grande. A primeira draga, Pearl River, com capacidade para retirar 24 mil metros cúbicos por vez, chegou na última sexta-feira (26). Logo a seguir, virá a draga Kaishuu, que tem capacidade para remoção de 16,5 mil metros cúbicos. Em janeiro, o trabalho poderá ser reforçado com mais equipamentos.



Em cerimônia com a presença do ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Valter Casimiro Silveira, secretários de Estado, deputados, prefeitos, vereadores e autoridades, foi assinada, na manhã da última quinta-feira (25), a ordem de serviço para a dragagem do porto de Rio Grande, no Armazém A4, no Cais do Porto Novo. A obra que deve se estender por dez meses, será executada pelo consórcio belga Dragabrás, com recursos na ordem de R$ 380 milhões, previstos pelo Ministério dos Transportes, no Plano Nacional de Portos, e a licitação, concluída em 29 de julho de 2015. 


O projeto prevê a utilização de local de descarte avaliado, licenciado e designado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Devem ser removidos em torno de 18,7 milhões de metros cúbicos de sedimentos, deixando a profundidade do canal interno do porto em 16 metros e do externo em 18 metros. De acordo com o superintendente do Porto de Rio Grande (Suprg), Janir Branco, esta é mais uma das boas notícias recebidas pelo porto neste ano, que teve sua licença de operação renovada pelo período de dez anos, com o atendimento de todas as condicionantes, no final do mês de junho.


Branco lembrou as negociações para a dragagem, que se estendem desde o governo passado e cada um nos envolvidos para o atendimento de todas as exigências feitas pelo órgão ambiental, a fim de garantir a operacionalização da movimentação de cargas no complexo portuário. Também ressaltou outros investimentos realizados e viabilizados pelo governo federal, nos últimos três anos, que envolveram recursos superiores a R$ 100 milhões, como as novas instalações da Superintendência e a modernização de 1.125 metros de cais do Porto Novo, nos padrões internacionais, tornando-o um dos melhores portos do País e oportunizando ganhos de escala, com movimentação de novos produtos e cargas. “Além dos benefícios para a estrutura pública, trouxe ganhos para todos que desempenham suas funções no Porto Novo e terminais especializados”. Segundo ele, Há uma grande preocupação com a preservação do meio ambiente entre todos os envolvidos com a movimentação de mercadorias.


O ministro Valter Casimiro ressaltou que há muito tempo queria vir ao Rio Grande do Sul para dar a ordem de início desta dragagem. Ele lembra que anteriormente havia sido autorizada dragagem parcial, de 20% do valor total, obra considerada como manutenção. “Sabíamos a importância desta dragagem para o porto, para que não fosse mais preciso esperar a maré subir para sair com os navios, e também o tempo de atracação e de navios parados, gerando alto custo operacional destas cargas”, ressaltou.


Segundo ele, além de um benefício para o porto, trata-se de um ganho muito maior para os produtores, que têm no porto de Rio Grande, a porta de exportação e importação de seus produtos. “Vários portos já tiveram seus processos de dragagem concluídos, com consequente aumento de competitividade e redução do custo Brasil”, salientou.


Ele falou ainda, na priorização pelo Ministério de outras obras no Estado, como a segunda ponte do rio Guaíba e duplicação das BRs-116 e 290. “Na 116, foram priorizados alguns lotes de um total de nove e com isso, foram aplicados recursos em quatro, que estão em andamento”, garantiu. Quanto à ponte do Guaíba, ele espera que esteja funcionando até o final deste ano.


Porto de Rio Grande


Com um calado oficial de 12,80 metros, um dos maiores do país, o Porto de Rio Grande, além de sua posição geográfica privilegiada - muito próximo dos portos do Uruguai e Argentina - é o que possui as águas mais profundas, característica que buscam os grandes armadores para suas operações. Atualmente, o Porto se relaciona comercialmente com 140 países e opera tanto com sazonalidades, como o embarque de insumos, principalmente o fertilizante, que tem suas atividades concentradas no mês de setembro, quanto com operações perenes, como os veículos. 


Há, ainda, movimentação intensa de pás eólicas para os projetos de energia eólica no Estado, além da soja, que antes tinha sua movimentação concentrada entre os meses de abril a junho/julho. Com o aumento no armazenamento do grão, o escoamento é feito de acordo com as alterações de câmbio e valorização do preço. A boa capacidade estática nos terminais também contribui para o recebimento das cargas.


A última dragagem foi realizada entre dezembro de 2013 e janeiro de 2014, com a retirada de 1,6 milhões de metros cúbicos de sedimentos e um investimento de R$ 20 milhões. O assoreamento se dá por fatores naturais, o que exige estes serviços de manutenção e aprofundamento do calado a fim de garantir as operações do Porto.


 


Redator: Tradição Regional



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